Histórias de pacientes destacam cuidado e humanização no hospital

Alta após um ano de internação, conclusão de tratamentos oncológicos e homenagens das equipes revelam vínculos construídos para além da assistência clínica
Por trás de cada internação, procedimento ou tratamento, existe uma história que também passa a fazer parte da rotina dos profissionais de saúde. No Hospital Unimed Petrópolis, três momentos recentes vividos por pacientes e equipes traduziram, na prática, a importância de uma assistência que busca unir qualidade, segurança e acolhimento.
As histórias de Evelyn Morgana Rodrigues Vieira, Fernanda Simões e Lúcia Dorothy Wendling são diferentes, assim como foram suas jornadas dentro da unidade. Em comum, estão os vínculos construídos durante períodos de acompanhamento e a participação das equipes em momentos que marcaram importantes etapas de cada trajetória.
Da insegurança à celebração
Durante quase seis meses, a gerente de loja Evelyn Morgana Rodrigues Vieira realizou seu tratamento quimioterápico no setor de Oncologia da unidade hospitalar. Na última sessão, celebrou ao lado da família e da equipe, encerrando a etapa com o tradicional toque do sino. “Foi o melhor dia da minha vida. Eu tive medo o tempo todo, mas consegui chegar ao final. Pude tocar aquele sino ao lado da minha filha, em uma sensação inexplicável. A equipe trata todo mundo como se fosse uma família, e isso fez com que a caminhada fosse mais leve”, contou.
A coordenadora de Enfermagem em Oncologia, Andréa Aguiar, acompanhou de perto essa trajetória e destaca a importância da rede de apoio durante o tratamento. “A gente se envolve com todos os pacientes, porque cada um tem uma história diferente. A Evelyn chegou até nós com bastante medo e viveu uma etapa desafiadora, mas contou com uma rede de apoio muito presente. Foi gratificante acompanhar sua trajetória e vê-la chegar a esse momento”.
Um ano de cuidado
Já a relação de Fernanda Simões com as equipes do hospital se estendeu por aproximadamente um ano. Durante esse período, a paciente passou por diferentes setores da unidade, enfrentou e superou uma internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, posteriormente, seguiu recebendo assistência no terceiro posto, destinado à Clínica Médica.
Quando chegou o momento de deixar o hospital, integrantes da equipe prepararam uma homenagem para marcar sua saída.
“Um ano de internação representa uma trajetória muito significativa para todos os envolvidos. Ver uma paciente deixando o hospital depois de atravessar diferentes etapas mobiliza as equipes que participaram desse cuidado. São momentos que mostram como conhecimento técnico, segurança e acolhimento precisam caminhar juntos”, destaca a Rosane Banger, presidente da Singular.
Aos 84 anos, acolhimento reconhecido pela família
Também no setor de Oncologia, Lúcia Dorothy Wendling, de 84 anos, concluiu um ciclo de 12 sessões de quimioterapia. Ao final dessa etapa, foi a família quem fez questão de transformar o momento em reconhecimento aos profissionais. Sua filha, Vera Lúcia Ferreira Aguiar, registrou um depoimento agradecendo a assistência recebida pela mãe durante o período.
“Quero agradecer imensamente todo o carinho e acolhimento que tivemos nessas 12 sessões de quimioterapia que a minha mãe fez neste hospital. Agradecemos a paciência e todo o cuidado que toda a equipe teve com ela”, afirmou Aguiar.

Deixe um comentário