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Cooperativa realiza posse dos Promotores de Segurança Assistencial

Nos dias 12 e 13 de março de 2025, aconteceu no Auditório 3, do Hospital Unimed Costa do Sol, a cerimônia de posse dos Promotores de Segurança do Paciente. Os promotores são profissionais que atuarão como verdadeiros guardiões da segurança do paciente. Essa é uma missão levada a sério e, para reforçar ainda mais esse compromisso, esses multiplicadores da importância da Pesquisa de Cultura de Segurança, disseminarão essa ferramenta essencial para ouvir os colaboradores e fortalecer as práticas de cuidado e segurança.

O que é a Pesquisa de Cultura de Segurança?

Mais do que uma simples consulta, a pesquisa busca entender como cada colaborador percebe e pratica a segurança no dia a dia, além de identificar oportunidades de melhoria. Afinal, cuidar de vidas exige um ambiente seguro, tanto para os pacientes quanto para quem cuida deles.

“Nosso objetivo, enquanto gestão e hospital, é fazer com que aqui se torne um lugar mais seguro tanto para o paciente, como para o colaborador. E a pesquisa de segurança vem para verificar os pontos que a gente pode melhorar, aprimorando o processo”, explica a médica intensivista, Roberta Bolognani.

Por que a pesquisa é tão importante?

A segurança do paciente é um valor inegociável e cada resposta dos profissionais é um passo para fortalecer essa cultura. A pesquisa permitirá mapear desde os pontos fortes até aqueles que necessitam de atenção especial, garantindo um ambiente acolhedor e seguro para todos.

O gerente assistencial, André Oliveira, destaca a importância da pesquisa para o hospital. “Pensando que hoje nós somos um hospital acreditado, e uma cooperativa que vem trabalhando sempre para oferecer a melhor assistência aos nossos pacientes, nada mais justo que ouvir a nossa equipe, a opinião de quem está na ponta, para entender como enxergam a segurança dos nossos assistidos”, comentou.

Quem pode participar?

Todos os profissionais do hospital estão convidados a participar. Cada opinião é valiosa e faz a diferença na missão de proteger o que mais importa: os pacientes. 

Roberta Bolognani, enaltece a transparência e senso crítico como fundamentais para a efetividade da pesquisa. “Eu quero que eles sejam imparciais. Que entreguem mesmo a verdade deles. E eu falei muito com eles enquanto fizemos as reuniões. Foi uma bateria de três semanas, todos os dias. Eu trouxe para eles que, da porta para dentro, somos colegas. Independente do cargo, somos profissionais, e temos que agir de maneira que eles se sintam seguros mesmo”, reforçou a médica, garantindo a privacidade das informações:

“Buscamos uma pesquisa totalmente anônima. Os resultados vão direto para São Paulo e só depois chegam até mim. Não haverá trânsito de informações internas, para que ninguém se sinta invadido. Não existe a menor possibilidade de alguém aqui na Unimed Costa do Sol ver as respostas dadas”.

Quais temas a pesquisa aborda?

As perguntas tocam em temas essenciais, como:

  • O quão seguro o profissional se sente para reportar um evento adverso;
  • O quão confortável ele está para falar sobre uma própria falha;
  • A relação de segurança entre colegas, coordenação e direção;
  • A percepção da instituição como um todo em relação à segurança.

“Queremos entender com esses resultados quais são as ações que iremos traçar de melhoria para fortificar ainda mais a segurança do paciente no hospital. A nossa ideia é, através da pesquisa, manter o que já é feito, mas também buscar melhorias”, complementa André Oliveira.

Meta de adesão: a importância de todos

O hospital espera atingir pelo menos 70% de adesão, porque cada voz conta. “Queremos que o colaborador se sinta seguro dentro da instituição para poder contribuir com a segurança do paciente. Que eles saibam que nós estamos com eles, por eles e para eles. Porque são eles que cuidam dos nossos pacientes”, finalizou Roberta.

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