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Especialista ensina como identificar sintomas da dengue

Os casos de dengue em Volta Redonda e no estado do Rio de Janeiro estão aumentando e, além do impacto na rede pública, tem repercutido também nas unidades particulares de saúde. A coordenadora médica do Pronto Atendimento do Hospital Unimed Volta Redonda, Camila Emerick, revelou que o tempo de espera no Pronto Atendimento Belvedere está elevado, justamente por conta do aumento dos casos de dengue no município.

“Temos orientado aos pacientes com sintomas iniciais que procurem atendimento médico pela Consulta Online (WhatsApp 24 99255-7556) ou presencialmente no Pronto Atendimento do bairro Retiro. Em caso de sintomas de alarme, o recomendado é que procure o Pronto Atendimento Belvedere”, comentou a coordenadora médica, que também explicou que para saber o momento certo de buscar auxílio médico, é preciso estar atento aos sintomas da doença.

“A primeira manifestação da dengue é a febre alta, de início abrupto, que geralmente dura de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele. Outros quadros virais são acompanhados de sintomas mais específicos, como a gripe, acompanhada de sintomas respiratórios (tosse, coriza, dor de garganta). A dengue hemorrágica evolui com sangramento, podendo ser gengival, nasal ou até em órgãos internos”, pontuou Camila Emerick.

Sintomas de alarme (sinais de que a doença pode estar evoluindo com maior gravidade):

• Dor abdominal intensa e continua;

• Vômitos persistentes;

• Hipotensão postural (pressão baixa);

• Sonolência e/ou irritabilidade;

• Sangramentos na gengiva, no nariz, nos vômitos e nas fezes (fezes escuras, cor de borra de café);

• Diminuição do volume da urina;

• Redução brusca da temperatura corporal;

• Desconforto respiratório.

Quais remédios não devem ser tomados por quem tem sintomas de dengue?

No tratamento de pacientes com dengue não deve ser usada aspirina, anti-inflamatório como ibuprofeno, nimesulida e corticoide, entre outras. A automedicação pode contribuir para que o paciente tenha um tratamento inadequado, uso de medicações contraindicadas, hidratação insuficiente além do desconhecimento dos sinais de agravamento da doença.

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